Arquivo de lxsustentavel

O REGRESSO DOS GBA

Posted in cycle of sighns with tags , , , on 17 de Abril de 2012 by Humberto

Já se chamou Lx Sustentável agora chama-se Pt Sustentável como quem quer ganhar abrangência nacional. A mudança é muito bem vinda já que se há coisa que é global é a luta pela sustentabilidade e pelo ambiente. O apoio continua a ser dado pela Siemens, o que só lhe fica bem já que preocupações ambientais são sempre louváveis. A sustentabilidade tem por objectivo elevar as condições de vida do Homem preservando os recursos que permitem essa mesma condição. Uma empresa que dá relevância ao meio ambiente tem seguramente uma visão integrada e deverá coerentemente estar empenhada em políticas, que contribuam de forma activa para a melhoria das condições dos seus próprios trabalhadores, o que é particularmente importante no momento que atravessamos.

O novo sitio reactivou o Green Blogger Awards, iniciativa que tem o mérito de promover blogs que de alguma forma se debruçam sobre temáticas que cabem no saco verde. Agora de forma trimestral, a votação dos visitantes do PT Sustentável atribuirá um vale da fnac no valor de 100€. Na anterior edição fui por uma e por outra vez contemplado com a preferência maioritária dos votantes embora só tenha visto a cor a um dos cheques. Mas isso são contas que não interessam nada, já que nem a carta com o vale é registada nem o dito é nominal, pelo que… bom proveito tenha! Da primeira vez resolvi destinar as compras a uma associação alentejana que assim viu crescer substancialmente o seu acervo de obras de José Saramago. Como existe de novo um texto meu a concurso -embora eventualmente dos que menos de mim tem, caso volte a ser presenteado com a escolha assertiva dos leitores, mantenho a promessa do valor do cheque ser uma vez mais entregue em géneros à referida associação.

Aqui deixo a ligação para a votação de onde poderão ir ler os demais textos a concurso e que merecem toda a atenção e muito meritórios são. Vá lá então ler e votar até dia 26 de Abril. Se for no meu, obrigado desde já!

A BICICLETA QUE GOSTAVA DE SER LIVRO

Posted in cycle of sighns with tags , , , , , on 9 de Maio de 2011 by Humberto

A equipa do LX Sustentável resolveu candidatar pela segunda vez um texto publicado aqui ao Green Blog Award, o que, falsas modestas de lado, não deixa de me lisonjear.

Isto de encher com bits e bytes o que me sai pela ponta dos dedos por me atormentar as ideias enche-me a alma de incertezas sobre o real valor do tempo consumido.

Não que a causa o não justifique e se martirizar a existência precisasse de álibi, do tanto que há por fazer, fica-me sempre o engenho aquém, mas será que as palavras leva-as mesmo o vento ou ficam por aí a ressoar nas correntes de ar de algumas janelas entreabertas, a esgueirarem-se por portas sem trancas, a espreitar de dentro dos armários.

Apesar de realista por formação e pessimista por experiência sou militantemente optimista. É possível ter um pequeno mundo melhor à minha volta e que a bicicleta faz parte dele. Seio-o porque o mundo é cada vez melhor quanto mais bicicletas há à minha volta.

Aquando da primeira nomeação quis a vontade de quem votou comentando, que o prémio me viesse parar a ambas as caixas de correio, à do mail e à verdadeira, a do prédio. Prémio trocado por livros que foram parar a biblioteca da Associação Cultural e de Desenvolvimento Económico e Social de Brejão.

José Saramago foi o autor escolhido e dessa forma homenageado como homenageado é sempre quem o lê e dele partilha a arte.

Se a sua vontade caro leitor, for que desta vez o prémio tenha igual caminho, a promessa é que outro autor verá igual montante de livros seus acrescentados ao acervo da novel biblioteca do Brejão: Mário de Carvalho. Vá lá, leia todos e vote. Da minha parte obrigado por ter lido. A biblioteca alentejana agradecerá também.

BICIAUTO, JUNTAR O IMPOSSÍVEL?

Posted in cycle to know with tags , , , , , on 3 de Maio de 2011 by Humberto

A opinião que cada ciclista tem sobre a aventura de pedalar na cidade, é influenciada por alguns fatores comuns a todos eles. O estado das vias que usa e o comportamento dos automobilistas são o que maior impressão causa na nossa memória. Se os obstáculos no caminho podem ser relativizados pela versatilidade da montada, já o confronto com os mamutes de aço e seus domadores é de mais difícil gestão. Os automobilistas são os dominadores das estradas, ruas, praças, largos e de tudo em redor! Quem com eles tem de disputar o espaço sabe o quão ingrata é tantas vezes essa pretensão.

Veículos mais ou menos pesados, táxis, autocarros, motorizadas são tudo objetos tripulados que circulam quase sempre em excesso de velocidade e sempre, repito: sempre em velocidade excessiva. O diferencial de velocidade entre os veículos a motor e as bicicletas na mesma via nunca é inferior ao dobro e atinge facilmente o quadruplo ou mesmo o quíntuplo. Por aqui é fácil perceber os receios e as renitências de tantas pessoas em experimentar a alternativa que a bicicleta oferece. O sentimento de falsa segurança que se obtém ao volante é inversamente sentido por quem se põe por detrás dum guiador.

Sabemos que a segurança dos ciclistas aumenta proporcionalmente com o número de bicicletas em circulação e isto deve-se a várias razões, mas também sabemos que este tipo de conclusões são tiradas pela análise de dados recolhidos em realidades muito diferentes da nossa. Existe uma imensa impunidade nas estradas portuguesas a par duma verdadeira anarquia de comportamentos. Todos os condutores têm relativo receio de serem apanhados em infração mas é geral o sentimento de que as autoridades agem por “caça à multa” e não com carácter preventivo e a força da lei está longe de ser omnipresente.

Além do mais a infraestrutura é deficitária. São ridículos os radares fixos instalados em Lisboa e absurda a gestão de velocidade na Marginal da Linha de Cascais. Não existem câmaras em nenhum semáforo com sensor de velocidade e, embora esteja demonstrado que as “bandas sonoras” acarretam perigos penalizando também o condutor que circula de forma regular, continuam a ser a única barreira de acalmia de tráfego dispersa por este país fora. Há muito a fazer até chegarmos ao ponto de agradecer à bicicleta o contributo para tornar a estrada mais segura. No entanto somos nós, os que usamos a bicicleta e o carro, que estamos em melhores condições para fazer a ponte entre dois mundos tão díspares quanto próximos.

Foi recentemente criado o BICIAUTO, um clube destinado aos automobilistas que também são ciclistas. Os commuters que dividem os seus trajetos, as suas viagens, os seus dias, a sua mobilidade por, pelo menos, o automóvel e a bicicleta. É um clube que faz todo o sentido numa realidade como a nossa onde grande parte dos movimentos pendulares se fazem entre as periferias e o interior das cidades por trajetos impossíveis de pedalar, onde o transporte coletivo não é alternativa e mantém as pessoas agarradas ao carro, quando é cada vez mais difícil enfrentar o problema do estacionamento e os combustíveis qualquer dia são vendidos em lojas de luxo.

Os automobilistas são muitos dos potenciais futuros pedalantes urbanos. Um ciclista que é também condutor será de certeza mais sensível às bicicletas na estrada e contribuirá junto do seu circulo de relações para a desejada e necessária alteração de mentalidades. Quem já é um biciauto sabe como é estar do outro lado e é seguramente um melhor condutor mesmo quando os pedais onde pisa não giram, alguém que contribui para a estrada ser um lugar mais seguro. O objetivo primeiro de todos os que circulamos pelas vias de comunicação, independentemente da máquina que escolhemos, deverá sempre ser chegarmos em segurança ao destino. Reduzir a este objetivo a missão do novo clube é já justificar a sua existência.

QUE FAREI COM ESTE DESEJO

Posted in cycle to know with tags , , , on 23 de Março de 2011 by Humberto

Bowden‑Spacelander, 1960

Sem grande esforço encontram-se de dia para dia mais razões para a bicicleta passar a ser habitual na vida de muito dos que ainda só se imaginam com os pés noutro tipo de pedais. Os PEC, as guerras pelo petróleo e a Primavera são algumas das piores e das melhores razões para mais gente começar seriamente a pôr a hipótese de mudar o meio de transporte. A bicicleta é não só uma forma saudável e económica por comparação com o automóvel, mas é também uma alternativa aos transportes coletivos cada vez mais caros.

Noutro dia um colega partilhou comigo a decisão de passar a usar o comboio e a bicicleta em vez do carro. Ontem um camarada pediu-me conselho sobre a bicicleta dobrável que uma amiga deveria comprar para passar a deixar o carro em casa. Há nadinha um desconhecido amigo duma rede social procurou saber a minha opinião sobre o que me pareceu uma decisão de compra já tomada. Arrisco o diagnóstico de que com a chegada do tempo solarengo  a bicicletite propaga-se!

Tenho para mim que a escolha e consequente compra duma bicicleta é um desafio pessoal em que o único fator nas mais das vezes considerado é o quão fundo temos o bolso. As lojas, mesmo se nos limitarmos ao nosso pequeno e pobre mercado, oferecem propostas para todos os porta-moedas e para quase todas as necessidades, existem ainda e cada vez mais, bicicletas em segunda mão que são ótimas opções e às vezes verdadeiras pechinchas e claro que não podemos -nem devemos- descurar as vantagens e o tamanho da grande loja do mercado global, a internet.

Quaisquer que sejam os meios para encontrar o santo Graal em duas rodas, a quantidade e a qualidade da informação que reunirmos é o passaporte para uma compra mais feliz. Comprar uma bicicleta à caixa dum hipermercado é uma solução perfeitamente válida, embora o que se encontra nesses corredores não se recomende nem aos piores amigos. Como é a exigência do cliente que apruma o desempenho do vendedor, a minha proposta nas próximas linhas é um modesto contributo para uma compra mais assertiva.

Com um orçamento definido pelo seu valor máximo, deverá o caro leitor-comprador ter o mais claro possível o propósito do seu novo compagnon de route. Tentando responder a uma mão cheia de perguntas simples e diretas do tipo “mas que raio quero eu fazer com um par de rodas novo” ficará o interessado ciclista muito mais próximo de escolher a bicicleta ideal.

Loja de Bicicletas

Se o caríssimo leitor aqui vier dar imbuído duma ânsia incontrolável por uma bicicleta nova, tente responder às seguintes perguntas com a maior das sinceridades, assim como se estivesse a dizer ao Governo onde deveria enfiar o PEC.

1. Que tipo de ciclista vou ser daqui para a frente:

a) Guerreiro do asfalto e desafiador das leis da física.

b) A minha canção preferida é o Movimento Perpétuo Associativo.

c) Tenho de comprar umas calças de tweed e uma camisola de gola alta verde azeite.

2. Durante quantos quilómetros suarei por dia?

3. Que tipo de pavimento e quantos prémios de 1ª categoria encontro no meu trajeto?

4. Será que o portátil me cabe no bolso?

5. De certeza que não tenho nada esquecido no arrumo que me sirva?

Diz-me a vozinha da experiência que um comprador de bicicleta tende normalmente a comparar o que não é comparável, deixa-se impressionar pela sonoridade das marcas mais conhecidas, reage compulsivamente a modas e estilos o que não é mau de todo mas pode levar a escolhas menos adaptadas ao que realmente necessita. Grave é quando uma bicicleta mal escolhida pode fazer com que a vontade de iniciar uma nova etapa, fique pela desistência à primeira contagem de montanha. Se é que me faço entender…

No próximo artigo desenvolverei teoria sobre as cinco perguntas de forma a que quando o prezado e devoto leitor for à loja provido dum cartão com saldo, a única coisa que tenha de teimar com o vendedor seja o preço a pagar pelo seu desejo. E que o PEC nos seja leve a todos!

 

REQUIEM PARA 2010

Posted in cycle of sighns with tags , , , , , on 29 de Dezembro de 2010 by Humberto

E pronto lá se vai mais um ano, o derradeiro duma década inteira desde o virar do século, do milénio, são tantas as legendas para pôr na fotografia destes últimos dias de dois mil e dez. Um ano anunciado por trompas e megafones de crise e que agora nos deixa um legado de dificuldades acrescidas, de menos salário e menos direitos, de mais impostos e mais injusta distribuição das riquezas várias, das produzidas e das outras. Um ano que passa para o seguinte mais pobres, desempregados e sacrificados que nos dizem ser em nome duma batalha épica para fugirmos a certa “ajuda”. Como se nos dissessem para corrermos mar adentro, que lá atrás vem um monstro que de nos querer ajudar nos acabará por afogar.

Neste ano derradeiro ano da primeira década do terceiro milénio desde que contamos o tempo pelo dedos das mãos dum deus que parece ter abandonado até os dele devotos à sorte do diabo dos mercados, vimos o mar a encher-se de crude assassino e os bolsos dos assassinos do crude a encherem-se com a vida de todos nós. Enquanto o aumento no preço dos combustíveis conseguiu escapar às capas mediática, tentam convencer-nos nas mesmas capas que as latas de quatro rodas, agora carregadas de baterias poluentes são uma qualquer solução para o martirizado espaço público e urbano. Estenderam-se mais tapetes de alcatrão a cobrir e enterrar uma mobilidade sustentável e sustentada.

Se olharmos com suficiente distância assertiva para os transcorridos doze meses o que mudou para as pessoas que resolveram empenhar-se um nadinha mais nesta coisa de mostrar à mole que andar por aí a pedalar é fixe e recomenda-se? Muito direi eu. Estamos menos sozinhos porque somos mais a partilhar os computadores uns dos outros. Temos seguramente mais leitores e produzimos algumas das mais interessantes páginas de texto sobre as questões da urbanidade, da mobilidade e, claro publicamos as melhores fotos inspiradas pela bicicleta. Somos uma tribo de índios bons num país de maus cowboys do asfalto!

Agora vamos manter a mesma distância e tentar perscrutar no retrovisor os sinais na paisagem que nos dêem razões para sorrir, porque alguém, com poder para isso, ali deixou uma avenida com mais passeio, acolá fechou um par de ruas ao trânsito automóvel, acoli reabilitou chãos e pavimentos. Para ser sincero vislumbram-se uns tímidos sintomas medrosos dalguma intenção (agora vou inalar umas fortes passas de boa-vontade) de afrontar o todo poderoso carro. O jardim do Príncipe Real, a Praça do Comércio ou o Bairro de Telheiras podem (ainda estou sob o efeito das baforadas) ser consideradas obras ingratas ao automobilista comum, mas e o que dizer dos abusos constantes ao estacionamento nessas e em todas as zonas da cidade? Com a muito simples e directa pergunta Ao fim de 2010 é mais difícil andar de carro em Lisboa, temos a resposta desesperante dum Não rotundo!

O próximo ano nascerá perene de motivos de revolta e luta por um país mais solidário e menos caridoso, mais independente do que consumimos e exportador do que nos sobra, mais retributivo e menos penalizador de quem cria, com menos desemprego e especulação e mais trabalho e produção. Um país em que se aposte no transporte público e não se parem comboios nem fundeiem cacilheiros, onde se beneficie o colectivo em detrimento do privado. Um dia as lides ciclistas foram imagem para nos destacar na dianteira duma Europa rica e próspera da qual hoje percebemos não só nunca nos aproximámos mas afastámos constantemente, uma Europa rica que nos escorraça e nos ameaça com uma varridela implacável.

Que a bicicleta seja a nossa arma para 2011, que nos sirva de lança na luta dos espíritos e lanterna no caminho para uma sociedade mais justa. Bom ano novo de bicicleta!

LEVA LÁ A BICICLETA!

Posted in cycle of live with tags , , , , on 17 de Novembro de 2010 by Humberto

Obrigado pela preferência. Obrigado a todos os que comentaram com um voto no artigo deste blog. Especialmente aos que votaram sem ninguém lhes ter pedido… Ainda por cima porque foram a maioria! Afinal tenho menos amigos que achem que mereço cem euros do que julgava e em contrapartida há por aí muito mais gente benevolente com o que por aqui vou ajuntando de letras e bonecos.

A nomeação foi uma agradável e sincera surpresa especialmente porque, como já disse, tenho que a mobilidade é o parente pobre da família ambientalmente consciente e activa. Talvez e também porque é muito mais fácil deitar o lixo em baldes coloridos que deixar de sentar o rabo todas as manhãs no estofo quentinho do treme-treme do popó. Verdes ou mais maduros todos andamos de uns lugares a outros todos os dias e é nessa actividade que gastamos a maior parte das nossas energias, das fosseis e das outras. Senti que a nomeação já foi um prémio.

A verdade é que da nomeação ao prémio foi um salto de 17 votos e os cem euros do prémio têm agora de reverter para uma agremiação segundo o que ficou solenemente prometido aqui. Acontece porém que, apesar do número elevado de visitantes durante o período da votação, a caixa de comentários não recebeu qualquer sugestão, pelo que decidi democraticamente aumentar o acervo da biblioteca da Associação Cultural de Desenvolvimento Económico e Social de Brejão, bairro Alentejano da freguesia de São Teotónio no concelho de Odemira.

Celebrando-se este mês o octogésimo oitavo aniversário do nascimento do José Saramago, quer este blog associar-se às comemorações entregando à ACDES algumas das obras que o escritor nos deixou, uma das quais como tinha que ser, será “A Viagem do Elefante” que a par da outra viagem, a a Portugal são testemunhos da importância que tem a errância, id est a mobilidade, na vida e na obra do escritor.

A universalidade das letras ganham asas depois do Nobel. Saramago leva em mão própria e pelo mundo afora a nossa língua e por ela foi aceite como escritor desassossegado e pensador desassossegador. A sua pegada carbónica terá sido enorme, como enormes são as páginas escritas no grande livro da Cultura deste pequeno país. Permito-me agora a honra de levar páginas do José a uma terra à qual e aos poucos me vou adoptando.

OLHA OLHA VOTA VOTA

Posted in cycle of sighns with tags , on 26 de Outubro de 2010 by Humberto

Descobri que nomearam o artigo “O Rei Pedala Nu?” do SC para um prémio atribuído pelo LX Sustentável. O LX é um blog patrocinado pela Siemens e que “reúne notícias, estudos e opiniões sobre a sustentabilidade das cidades, em particular de Lisboa”.

Tendo em conta os critérios anunciados para a escolha dos candidatos a cada Green Blogger Awards sinto-me bastante lisonjeado, especialmente porque a concorrência é proveniente de áreas normalmente melhor colocadas nas questões do verde do que a mobilidade em bicicleta promovida por este vosso escriba.

Acresce que o Simply Commuting é este mês o único representante da comunidade Bicicultura e isso é razão suficiente para apelar ao vosso espírito corporativo e tentarmos trazer o prémio cá para o planeta. Se os vossos votos forem bastantes para fazer deste blog vencedor, o prémio será entregue a uma instituição a designar. Aceitam-se sugestões na caixa de comentários.

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